Postado por: admin em: ● 1 de dezembro de 2009
Luxemburgo e Cruzeiro: amor e ódio.
Aos que somente odeiam, ok. Mas foi o cara que nos trouxe a maior alegria de toda a história do clube, o técnico que dirigiu a equipe na maior campanha que um time brasileiro realizou durante um ano. O cara que comandou um dos maiores esquadrões do Brasil de todos os tempos. Mesmo que a mídia bairrista tente negar isso.
Aos que somente amam, ok: Mas é o sujeito polêmico, falastrão, o pesadelo de qualquer dirigente de clube, com sua personalidade mandona e possessiva e indiscreta; a postura “manager” que incomoda a tudo e a todos. Persona non-grata na Toca Da Raposa.
É esse nosso adversário no domingo. Vanderlei Luxemburgo.
Nem é o medíocre time do Santos, o time mais nulo de todo esse Brasileirão. O que é impressionante, se pensarmos que nesse campeonato até os torcedores de times CLÁSSICOS tipo Santo André ou Barueri tiveram ou ainda tem algum motivo para acompanhar suas equipes.
O Santos deixou de significar alguma coisa neste ano desde abril ou maio. Meses e meses de ócio, de empates sem brilho, de jogadores qualquer nota.
É esse o tipo de notícia que os torcedores do Santos têm de mais emocionante a respeito do seu time.
Tem também o menino lá, o novo Robinho ou qualquer coisa que valha. Neymar. Promissor, mas é só um menino ainda.
E tem Luxa. Não ganhamos de Luxa há seis anos.
O Cruzeiro e Santos do primeiro turno foi de doer a vista. Puta jogo chato e ruim. Um zero-a-zero deprimente. Típico desse Santos 2009.
Portanto, chegou a hora de acabar com esse mito no domingo. Vamos ganhar do Santos, realizar nossa primeira missão.
Edu Dracena, cruzeirense de vocação, vai colaborar com uma atuação apagada. E vai lembrar que o lugar dele é no esquadrão celeste.
E o professor Luxemburgo vai entrar em campo sem a zica anti-Perrela que ele carrega consigo.
Tá na hora de acabar com essa bobagem.
Vamos, vamos Cruzeiro!

Thiago Pereira é cruzeirense da classe de 1982. Portanto, devoto de Sorín, Alex e outros craques, bi- campeão da Libertadores, campeão brasileiro, tetra da Copa do Brasil, acostumado a comemorar campeonatos estaduais em cima do rival. Também é pai, jornalista, pouco bossa-nova e muito rock n´roll.